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Leituras Recomendadas

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Espaço destinado a divulgação de textos e outros materiais, em meio digital

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Acessibilidade Comunicacional

Barco em um lago

Práticas informacionais de sujeitos surdos na biblioteca universitária Joaquim Cardozo da UFPE

Joice Dias Costa

O presente trabalho configura-se como um estudo de caso voltado para discutir as práticas informacionais direcionadas aos sujeitos surdos como elemento de inclusão na Biblioteca Joaquim Cardoso (BJC) na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com a finalidade de identificar quais práticas informacionais estão sendo desenvolvidas por esses usuários e se os produtos e serviços disponibilizados pela unidade estão de acordo com as necessidades informacionais desse grupo. O trabalho discorre sobre a importância da informação e seu papel para a comunicação que reflete nas práticas informacionais por meio do atendimento e serviços, caminhando para uma mediação adaptada à todo aquele que frequenta espaços de informação como as bibliotecas. Aborda também que implícito ao atendimento está a necessidade e compreensão do campo da acessibilidade para as práticas de inclusão, em que coloca qual o tipo de acessibilidade se configura na esfera da interação inclusiva com os sujeitos surdos, no caso a acessibilidade comunicacional, e a considerável compreensão daquilo que seja língua e linguagem, bem como seu papel social para uma melhor adaptação e entendimento da relevância em inserir e utilizar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como ferramenta e prática mais presente no atendimento dentro desses espaços com os sujeitos surdos. A pesquisa caracteriza-se como exploratória uma vez que utiliza de registros bibliográficos que abordem o contexto apresentado e por buscar entender os serviços expressos na unidade estudada, bem como explorar por meio de questionário a interpretação dada a esses serviços pelos usuários surdos que frequentam o Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco e a biblioteca estudada que está situada no mesmo, tendo por objetivo compreender como eles enxergam a unidade e os serviços prestados por elas e o que pode vir a ser adaptado para melhor atendê-los. Diante dos resultados obtidos com o estudo, percebeu-se a importância em dialogar junto à biblioteca políticas que beneficiem e se enquadrem nas necessidades informacionais de usuários surdos, bem como a relevância em interagir com esses usuários para uma melhor adaptação e inclusão de serviços acessíveis aos meios utilizados por eles e de acordo com seus direitos.

Inclusivas

Legislação, Cartilhas e Manuais

Barco em um lago

Fortalecimento de Bibliotecas Acessíveis e Inclusivas Manual Orientador

Mais diferenças

O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB) e do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), iniciou em 2014 o Projeto Acessibilidade em Bibliotecas, iniciativa do Governo Federal voltada à democratização do acesso ao livro e à leitura para todos. Este projeto é executado pela OSCIP Mais Diferenças, organização com larga experiência na inclusão cultural e educacional de pessoas com deficiências, a partir de uma perspectiva dos direitos humanos.

Inclusivas

Acessibilidade Atitudinal

Barco em um lago

Acessibilidade para os usuários com deficiência intelectual em Biblioteca Pública : um estudo de caso em Nova Iguaçu

Marcos Pastana Santos

Este trabalho analisa o atendimento aos usuários com deficiência intelectual na biblioteca pública. A investigação foi realizada com profissionais que atuam na biblioteca pública do Município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Utilizamos nesta investigação a análise documental, referente à implantação de programas de acessibilidade na biblioteca municipal, e a pesquisa de campo com os funcionários da biblioteca, com tratamento qualitativo. Apoiados nessa metodologia, buscamos em conjunto, pesquisador e profissionais participantes, alternativas de recursos acessíveis, assim como destacar intervenções que possam contribuir para a autonomia dos usuários com deficiência intelectual no acesso e uso da informação. O trabalho de campo se desenvolveu por meio de encontros para entrevistas para levantamento das percepções dos profissionais que atuam na biblioteca a respeito do atendimento as pessoas com deficiência intelectual e a disponibilidade de serviços acessíveis para este público. Discussão sobre os fatos observados, bem como para estudo e aprofundamento teórico. Pertinente às ações biblioteconômicas, buscou-se o entendimento de como as tecnologias assistivas poderiam ser oferecidas aos usuários pelos profissionais a fim de atender-lhes às suas necessidades informacionais e consequentemente beneficiar-lhes o desenvolvimento do acesso, a manipulação da informação e a aquisição de conhecimento; procedendo-se da mesma forma, em seguida, com a comunicação alternativa e a audiodescrição. Realizamos a coleta de dados pela aplicação de questionários por entrevistas semiestruturadas. Como referencial teórico, empregamos a perspectiva do teórico Oswaldo Francisco de Almeida Júnior buscando em seus conceitos sobre biblioteca pública, aportes para o andamento da pesquisa e compreensão das especificidades do desenvolvimento desses usuários. Também foram analisadas as questões legais que amparam a acessibilidade às pessoas com deficiência intelectual. Desta investigação emergiram como principais resultados: a) a complexidade do trabalho biblioteconômico com usuários com deficiência intelectual na biblioteca pública; b) a necessidade de se oferecer recursos informacionais acessíveis para esses usuários; c) as possibilidades da utilização de recursos de tecnologias assistivas e da comunicação alternativa, funcionando como instrumentos de facilitação ao acesso a informação; d) a necessidade de investimentos na formação continuada dos profissionais da biblioteca para atuação com usuários com deficiência intelectual na biblioteca pública; e) urgência de maior aproximação das políticas públicas de acessibilidade da realidade dos usuários em questão. Nas Considerações Finais, são apresentadas, entre outras, proposta a respeito do intercâmbio com instituições especializadas com pessoas com deficiência intelectual e proposta de criação de um símbolo internacional de acesso às pessoas com deficiência intelectual.

Inclusivas

Legislação, Cartilhas e Manuais

Barco em um lago

Manual de procedimentos dos núcleo de acessibilidade do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal do Ceará

Clemilda dos Santos Sousa;
Geovanice Maria Anselmo da Silva;
Giordana Nascimento de Freitas e Silva

Inclusivas

Acessibilidade Mobiliário e Equipamentos

Barco em um lago

Avaliação do mobiliário urbano com ênfase na acessibilidade

Viviane Gaspar Ribas El Marghani;
Raffaela Leane Zenni Tanure ;
Fernanda Cândido Figueiredo Monteiro

Todo o equipamento que compõe o cenário urbano deve ser concebido de forma a atender satisfatoriamente as necessidades do amplo e variado universo de pessoas correspondentes a população usuária. Assim, este estudo tem por objetivo apresentar conceitos e o procedimento de avaliação acerca o mobiliário urbano, enfocando a acessibilidade.

Inclusivas

Acessibilidade Arquitetônica

Barco em um lago

Aspectos que interferem na construção da acessibilidade em bibliotecas universitárias

Alberto Angel Mazzoni ;
Elisabeth Fátima Torres;
Rubia de Oliveira, Vera Helena Moro Bins Ely eJoão Bosco da Mota Alves

Apresenta-se a evolução do conceito da acessibilidade, inicialmente associado apenas ao projeto livre de barreiras, para o que é hoje conhecido como desenho para todos, envolvendo aspectos tanto do mundo físico como do mundo digital. Discute-se a importância de as bibliotecas universitárias adotarem critérios de acessibilidade, contribuindo para isso o espaço digital. A partir do estudo de caso feito em uma universidade federal brasileira específica, focado nos aspectos de acesso à informação e comunicação e aspectos atitudinais, são elaboradas propostas de melhorias para as condições de acessibilidade em bibliotecas universitárias.

Inclusivas

Acessibilidade Atitudinal

Barco em um lago

A acessibilidade atitudinal e a percepção das pessoas com e sem deficiência

Aline Sarturi Ponte ;
Lucielem Chequim da Silva

Este estudo aborda uma discussão sobre acessibilidade atitudinal, que é um recurso de grande importância para auxiliar pessoas com deficiência no exercício de sua cidadania. O estudo teve por objetivo realizar uma reflexão sobre como as pessoas com deficiência e sem deficiência percebem, enfrentam e/ou entendem as barreiras atitudinais. A pesquisa apresenta caráter qualitativo, por meio de intervenções de grupo focal. Para coleta de dados foram organizados dois grupos: um constituiu-se por pessoas com deficiência e outro por pessoas sem deficiência. A realização da coleta de dados ocorreu no início do semestre letivo de 2012. As informações foram coletadas a partir de um roteiro estruturado. Para uma melhor apresentação das discussões dos grupos, foram criadas três categorias, uma para as pessoas com deficiência e duas para as pessoas sem deficiência. Durante o estudo observou-se que as barreiras arquitetônicas são um grande problema enfrentado pelas pessoas com deficiência, as barreiras atitudinais não são visíveis como as barreiras físicas, na maioria das vezes, são inconscientes, e de difícil reconhecimento por parte de quem as pratica. Considera-se que o desconhecimento é a base para o avanço das barreiras atitudinais e que o terapeuta ocupacional é um profissional que, além de trabalhar as potencialidades e habilidades da pessoa com deficiência, também irá estimular a integração social, respeitando a subjetividade de cada indivíduo e o contexto no qual ele está inserido.

Inclusivas

Acessibilidade Metodológica

Barco em um lago

Um estudo sobre a formação de tradutores e intérpretes de línguas de sinais

FARIA, Juliana Guimarães; GALÁN-MAÑAS, Anabel

e acordo com o censo brasileiro de 2010, 5,1% da população possui algum tipo de deficiência auditiva. Ainda, dados de 2016 mostram que apenas 0,08% dos matriculados no ensino superior são surdos, surdo-cegos ou deficientes auditivos. A nova Lei de Cotas n. 13.409/2016, aprovada pelo governo brasileiro, a qual reserva vagas para pessoas com deficiência nas instituições públicas de educação superior, é uma medida de política afirmativa que visa incluir os surdos socialmente, sobretudo na educação superior. Como consequência, existe uma demanda crescente de novos postos de trabalho para tradutores e intérpretes de língua de sinais. Dada a complexidade das funções estabelecidas na Lei 12.319/2010 e a exigência de profissionais qualificados, justificam-se estudos sobre a formação de tradutores e intérpretes de língua de sinais no Brasil. O objetivo deste artigo é apresentar um estudo exploratório que visa traçar uma comparação entre proposta de formação de tradutores e intérpretes de língua de sinais e línguas orais. A metodologia do estudo possui uma abordagem qualitativa. Analisam-se dois cursos: um curso que forma profissionais de línguas orais e outro curso que forma profissionais de língua de sinais, da Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, e Universidade Federal de Goiás, no Brasil, respectivamente. Os elementos analisados são: objetivos de formação, perfil do egresso e disciplinas do curso no que se refere a temas abordados e tipo de formação (estudo de língua, prático-operativo ou teórico-conceitual). Os resultados demonstram que a proposta do curso de formação de tradutores e intérpretes de línguas de sinais ofertado na UFG possui um viés mais teórico e conceitual se comparado à proposta de formação de tradutores e intérpretes de línguas orais ofertado na UAB, o qual possui um viés mais prático, baseado na formação por competências.

Inclusivas

Acessibilidade Metodológica

Barco em um lago

Políticas de educação bilíngue para estudantes surdos: contribuições ao letramento acadêmico no ensino superior

FERNANDES, Sueli ; MOREIRA, Laura Ceretta

O ingresso progressivo de estudantes surdos ao ensino superior, na última década, demandou mudanças institucionais importantes quanto ao direito à educação bilíngue, ou seja, oportunizar acesso e produção de conhecimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e em Língua Portuguesa na modalidade escrita. Nesse sentido, este artigo tem como objetivo discutir o processo de educação bilíngue de estudantes surdos no ensino superior, apresentando ações desenvolvidas no âmbito da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com destaque às contribuições trazidas ao processo de letramento acadêmico bilíngue nos cursos de graduação e pós-graduação. Entendemos que a centralidade, atribuída à figura do tradutor intérprete de Libras e ao atendimento educacional especializado na política nacional de educação inclusiva, não responde às necessidades dos estudantes surdos adultos trabalhadores que chegam ao ensino superior, com dificuldades na leitura e escrita do português e experiências pouco significativas em língua de sinais. Como resultados positivos, apontamos as contribuições ao letramento acadêmico bilíngue de estudantes surdos, o desenvolvimento de metodologia específica para elaboração de materiais bilíngues – em diferentes gêneros textuais – e a ampliação dos referenciais de atuação do tradutor-intérprete no processo de inclusão. O processo inclusivo se constitui

Inclusivas

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