
Leituras Recomendadas
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Espaço destinado a divulgação de textos e outros materiais, em meio digital

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Acessibilidade Programática

Construção do plano de ação de acessibilidade da Rede de Bibliotecas pela Paz do Recife
Amanda Rodrigues Deodato Silva ;
Ana Letícia Nascimento de Coimbra;
Rebecca Nascimento de Coimbra, Tereza Cristina Marinho e Deborah Echeverria Martins
A partir dos anos 90, começa a ser evidenciada a necessidade de atuação na transformação das instituições para que sejam espaços que incluam todas as pessoas e respondam às necessidades individuais, aceitando suas diferenças e peculiaridades. Desse modo, a Rede de Bibliotecas pela Paz - projeto vinculado à Secretaria de Segurança Urbana do Recife, que oferta oportunidades de cultura, educação e lazer em comunidades periféricas - no intento de cumprir a missão de inclusão de todos os cidadãos nas ações e oportunidades oferecidas pelas suas bibliotecas, cria o Grupo de Trabalho em Acessibilidade. O Grupo, composto pelas gestoras das bibliotecas, sociedade civil e representantes de várias entidades e instâncias do Poder Público, objetiva propor um plano de ação em acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/super dotação. Portanto, realizou diagnóstico das condições de acessibilidade das bibliotecas; identificou a existência de pessoas com deficiência nos espaços; e definiu eixos norteadores para execução em curto, médio e longo prazo relativos às ações em acessibilidade. Algumas sensibilização aconteceram em decorrência destas pesquisas. Por fim, deve ser elaborado o levantamento dos custos para as aquisições, formações e mudanças necessárias para que as bibliotecas sejam acessíveis, bem como o estabelecimento dos prazos. A partir do plano de ação, a Rede assume o propósito de redimensionar seus espaços e serviços, atendendo às demandas do público com deficiência e tornar possível oferecer acessibilidade nas bibliotecas, cumprindo seu papel social como espaço de inclusão e formação para a cidadania.
Inclusivas
Acessibilidade Comunicacional

Pessoas Surdocegas em Bibliotecas: discussões iniciais
Marcos PASTANA SANTOS;
Cládice Nóbile Diniz;
Rosemeire de Araújo Rangni
Este trabalho propõe discutir acerca do atendimento informacional dos usuários com surdocegueira em biblioteca. Em decorrência da carência de investigações sobre o tema, os profissionais das bibliotecas não se veem apoiados pela literatura para o atendimento às demandas informacionais desse público, que é pequeno, mas singular. A metodologia foi exploratória e realizada por meio de levantamento bibliográfico. Como resultado obteve que a compreensão do universo linguístico do usuário é um dos desafios da preocupação com o leitor/usuário. Verificou-se que a American Library Association orienta aos profissionais que atuam na biblioteca a seguirem uma série de recomendações para tratar com as pessoas com deficiências e que na biblioteca as atividades devem ter um campo de ação onde o processo de leitura e escrita seja individualizado por ser fundamental para a compreensão de mundo da pessoa surdocega, o que leva a ser necessário realizar adaptações de acordo com o grau de comprometimento e as singularidades da pessoa. Entretanto, conclui-se, também, que é necessário haver ações gerais de transformação do ambiente da biblioteca em um local agradável a esse usuário. Desse modo, requer capacitar adequadamente para essa finalidade os profissionais da biblioteca e antecipar as ações transformadoras.
Inclusivas
Acessibilidade informacional

Diagnóstico sobre acervo inclusivo nas Bibliotecas Públicas de Sergipe
Telma de Carvalho;
Lorena Bomfim Bastos
Este trabalho traz os resultados de pesquisa realizada junto às bibliotecas públicas estaduais e municipais do Estado de Sergipe, com vistas a verificar a formação e disponibilidade de acervo inclusivo para pessoas com deficiência visual, bem como levantar se as mesmas têm feito uso das tecnologias de informação para atendimento ao público. A presente pesquisa foi desenvolvida junto à Universidade Federal de Sergipe como projeto de extensão, em 2016/2017. Este trabalho tem por objetivo contribuir com a discussão acerca do assunto e debater sobre as condições de acesso à informação para pessoas com necessidades especiais nas bibliotecas públicas de Sergipe, levando-se em conta a oferta de materiais acessíveis e o preparo do bibliotecário para atender este grupo de pessoas. A pesquisa é qualiquantitativa, descritiva e exploratória. Utilizou-se o envio de questionário elaborado no Google Forms para o levantamento dos dados. O Estado de Sergipe é formado por 75 munícipios e possui 83 bibliotecas públicas, das quais apenas 14 colaboraram efetivamente para o alcance dos resultados. Os dados revelaram a fragilidade das bibliotecas em relação à composição de seus acervos, pois pouco é oferecido em termos de acervo acessível. Há necessidade de capacitação da equipe bibliotecária a fim de que possam se adequar para melhorar o atendimento dos usuários. Além disso, as bibliotecas também precisam de reforço nos equipamentos de informática para que possam fazer uso das Tecnologias de Informação e utilizarem programas e aplicativos que facilitem a leitura digital, uma vez que a grande maioria não possui equipamentos de informática em seus locais, nem para uso administrativo, nem para uso do público.
Inclusivas
Acessibilidade Instrumental

O TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIA NA ORGANIZAÇÃO: UM ESTUDO SOBRE O TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO E A ADEQUAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO
MAIA, Andréia Maria de Carvalho ; CARVALHO-FREITAS, Maria Nivalda de
Mesmo apoiados por leis que medeiam a inclusão da diversidade, ainda é difícil o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho, o que muitas vezes é justificado pela baixa qualificação profissional delas ou dificultado pelas práticas adotadas pelas empresas. A pesquisa investigou as pessoas com deficiência, os profissionais de recursos humanos e os profissionais de segurança no trabalho de duas empresas para avaliar como é realizada a inserção das pessoas com deficiência dentro das organizações mediante o treinamento e desenvolvimento e sua adaptação ao ambiente de trabalho, considerando que já se passaram 23 anos da aprovação da Lei de Cotas no Brasil. Os resultados demonstram que a Lei de Cotas e o tipo de deficiência ainda influenciam no processo de contratação. Os programas de treinamento e desenvolvimento adotados não utilizam estratégias metodológicas ou tecnologias assistivas para garantir igualdade de oportunidades para as pessoas com deficiência. São realizados preferencialmente treinamentos on-the-job. Nem todos os respondentes reconhecem a qualificação profissional como fundamental no momento da contratação, principalmente porque a contratação de pessoas com deficiência é eminentemente para funções operacionais. Por outro lado, grande parte das pessoas com deficiência se sente satisfeita e valorizada no seu trabalho. As adaptações no ambiente e o uso de tecnologias assistivas foram reconhecidos como importantes para o desempenho desse grupo.
Inclusivas
Legislação, Cartilhas e Manuais

A Audiodescrição como Tecnologia em Livro Didático: Um Guia de Orientação aos Professores da Educação Básica
Lindiane F. Nascimento,;
Rejany dos S. Dominick,
Em atendimento ao objetivo de pesquisa do Curso de Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão da Universidade Federal Fluminense (UFF) construímos este guia de orientação ao professor da Educação Básica sobre audiodescrição de imagens, após estudos sobre o tema. Acreditamos que este guia seja um recurso que favoreça a prática do professor em sala de aula em que estejam incluídos alunos com deficiência visual. Através dele o professor poderá encontrar orientações básicas de como criar roteiros audiodescritivos de imagens estáticas que estão presentes em diversos materiais didáticos, inclusive o livro didático.
Inclusivas
Acessibilidade Programática

Políticas Públicas de inclusão e indicadores de acessibilidade: uma análise nas bibliotecas universitárias
Eliane Maria Stroparo
Esta tese avalia a trajetória das bibliotecas universitárias federais brasileiras no que se refere à política de inclusão e à prática nos processos avaliativos realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP e seus indicadores de acessibilidade, alicerçada no direito à educação e amparada na justiça social. A abordagem na pesquisa de natureza qualitativa, numa perspectiva crítica, descritiva, baseou-se na análise documental de legislações, declarações, acordos internacionais, políticas públicas e diretrizes referentes à inclusão, voltados para a dimensão biblioteca. Determinou-se como informantes para a pesquisa de campo 25 (vinte e cinco) coordenadores dos Sistemas de Bibliotecas das universidades federais brasileiras, e 31 (trinta e um) avaliadores do INEP, de modo a obterem-se os dados, coletados por meio de questionário on-line, sobre as bibliotecas e o processo avaliativo no contexto da inclusão. Constituíram-se também como informantes, através de entrevista, a Diretoria de Avaliação de Educação Superior (DAES), e a Coordenadoria Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e Instituições de Ensino Superior, do INEP. Analisaram-se os dados, os quais apresentaram-se em quadros/gráficos, e fundamentados na análise de conteúdo, resultaram nas categorias: concepção acerca da política de inclusão nas bibliotecas universitárias; acessibilidade física; acessibilidade informacional; acessibilidade nos serviços; acessibilidade atitudinal; avaliação do INEP e política institucional inclusiva. As considerações quanto aos avanços, fragilidades e inadequações de acessibilidade/inclusão, e avaliação nas bibliotecas universitárias fundamentaram-se tanto na análise dos critérios adotados quanto nos comentários dos respondentes, sendo que a finalização do estudo aponta para a necessidade de efetivação de uma Política Institucional Inclusiva como forma de fortalecer os Sistemas de Bibliotecas das universidades federais brasileiras, de modo a eliminar barreiras e garantir oportunidades a todos.
Inclusivas
Acessibilidade Arquitetônica

ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA EM UMA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA: um estudo de caso
GIACUMUZZI,Gabriela ;
MORO, Eliane L.;
ESTABEL, Lizandra Brasil
O estudo verifica como ocorre a acessibilidade arquitetônica e física e acessibilidade de mobiliário e equipamentos em uma biblioteca de uma Universidade Pública Federal no Estado do Rio Grande do Sul. Apresenta o conceito de biblioteca universitária e biblioteca acessível para embasamento teórico. Desenvolve uma pesquisa exploratória com abordagem qualitativa e utiliza uma lista de verificação chamada Instrumento de Avaliação das Condições de Acessibilidade em Bibliotecas e observação para obter os dados necessários para a análise das condições de acessibilidade presentes na biblioteca do estudo. Aponta os quesitos de acessibilidade arquitetônica e física em seus ambientes que são atendidos ou não pela biblioteca. Conclui que o respeito à legislação brasileira e o atendimento às diretrizes das Normas Brasileiras Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas são fundamentais para que as bibliotecas sejam acessíveis para todas as pessoas.
Inclusivas
Legislação, Cartilhas e Manuais

DECRETO No 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004.
Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.
Inclusivas









