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Artigos Brasileiros

Barco em um lago

Investigação sobre a preparação do formando em Biblioteconomia da UFSC para atuar em biblioteca prisional

Francisco das Chagas de Souza;
Maria Raimunda de Lira Cabral

Relata investigação referente ao esforço pedagógico pelo qual o Curso de Graduação em Biblioteconomia (BBD) da UFSC busca facilitar aos estudantes o despertar durante sua formação para temas de fundo social, a fim de elegerem-nos como seu objeto de pesquisa. O objetivo do estudo original foi conhecer o que os egressos do Curso de Graduação em Biblioteconomia (BBD) da UFSC pensam a respeito dessas temáticas, especialmente sobre o tema bibliotecas prisionais. A produção dessa atividade, a título de iniciação científica, a fim de colaborar com a conclusão do curso de graduação, também visa fortalecer o leque de interesses do Grupo de Pesquisa Informação, Tecnologia e Sociedade/UFSC – GrITS, no caso dessa temática. Conceitualmente, o trabalho se enquadra no tema ensino superior de Biblioteconomia. Teoricamente, empregou-se uma fundamentação de base fenomenológica e construcionista social, tendo como referência a ideia de que a realidade é construída pela interação social dos indivíduos. Metodologicamente, fez-se uma abordagem qualitativa, pela constituição de um corpus de discursos, os quais foram analisados pela técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Os resultados mostram que o egresso do Curso de Biblioteconomia da UFSC, participante da pesquisa, formula uma reflexão significativa quanto à limitação de certos conhecimentos que a escola lhe oferece para assumir certas atividades no mercado profissional bibliotecário, que, de certa maneira, não preenche totalmente as condições para que ingresse com segurança no mercado profissional constituido pela Biblioteca Prisional.

Prisionais

Artigos Brasileiros

Barco em um lago

Sujeitos em privação de liberdade pela ótica da Ciência da Informação: estudo sobre a produção científica em bases de dados...

Francisca Liliana Martins de Sousa;
Virgínia Bentes Pinto;
Maria Giovanna Guedes Farias

Apresenta resultados de pesquisa cujo objetivo foi identificar, por meio da revisão integrativa, como a temática dos sujeitos em privação de liberdade está inserida nos estudos da Ciência da Informação, considerando a complexidade da realidade carcerária, e a importância da ciência para a compreensão dos fenômenos sociais desta natureza. A metodologia de análise foi a revisão integrativa, seguindo seis etapas estabelecidas: identificação do tema e seleção da questão de pesquisa; estabelecimento de critérios de inclusão e exclusão; identificação dos estudos pré-selecionados e selecionados; categorização dos estudos selecionados; análise e interpretação dos resultados; e apresentação da revisão/síntese do conhecimento. Realizou-se ainda um levantamento bibliográfico em duas bases de dados: Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em Ciência da Informação (Brapci) e Library & Information Science Abstracts (Lisa). A análise foi definida a partir de duas categorias, questões de aspectos gerais e questões de aspectos temáticos - essa última foi analisada por meio do software livre de análise qualitativa Iramuteq. Os resultados demonstram que na Brapci não há praticamente literatura referente à temática, a maior parte dos artigos foram recuperados na Lisa. Concluímos que a temática a nível internacional já é discutida a longo prazo e que a biblioteca prisional é uma abordagem recorrente. Desse tema, derivam outros como: análise dos serviços de referência nas prisões, estudo das necessidades de informação, estudo do comportamento informacional e implementação de projetos no cárcere, revelando a diversidade de abordagens. DOWNLOADS

Prisionais

TCC

Barco em um lago

Biblioteca prisional no Instituto Penal Feminino Desembargadora Auri Moura Costa: cenário e possibilidades em prol da reinserção social

Francisca Liliana Martins de Sousa

As transformações sociais que permeiam a sociedade resultam na busca por novas práticas em todas as instituições. Nesse contexto, o sistema prisional necessariamente precisou rever suas ações perante a população carcerária, particularmente no que tange ao cometimento de delitos pelas mulheres. O número de crime praticado por essa parcela da população vem crescendo exponencialmente, suscitando, portanto, um novo olhar para essa realidade. No cenário carcerário brasileiro foi publicada a Lei de Execução Penal (LEP), que trouxe em seu escopo a implementação de instrumentos que possibilitem a reinserção dos indivíduos privados de liberdade. Assim, surge a biblioteca prisional com a importante função de contribuir para a melhoria da realidade do cárcere e favorecer a reinserção social da população carcerária. Nesse contexto, apresenta-se os resultados da pesquisa que tem como objetivo geral analisar a função da biblioteca prisional no cenário carcerário feminino por meio da efetivação de ações de leitura que favoreçam a reinserção social das internas no Instituto Penal Desembargadora Auri Moura Costa. A abordagem metodológica pauta-se nos estudos exploratórios, cujo tipo de pesquisa utilizado foi a Sociopoética, em consonância com a observação in loco, além de respaldar-se em uma pesquisa bibliográfica. O instrumento de coleta de dados foi a vivencia dos “lugares geomíticos”. Os resultados revelam a existência de lacunas que dificultam as ações de leitura da biblioteca no ambiente carcerário, principalmente no que se refere a ausência de profissional habilitado. Evidenciou-se, ainda que mesmo diante da falta de estrutura essa instituição ainda consegue promover diversos benefícios para as internas. Concluise que, para que haja uma atuação efetiva da biblioteca em prol da reinserção social é essencial que seja assegurado as condições necessárias para isso.

Prisionais

Artigos Brasileiros

Barco em um lago

Vulnerabilidade social e mediação da informação no contexto prisional: inter-relações e percepções

Francisca Liliana Martins de Sousa;
Maria Giovanna Guedes Farias

Apresenta pesquisa bibliográfica pautada no pressuposto social e interdisciplinar da Ciência da Informação (CI), que tem por objetivo discutir a vulnerabilidade social no contexto dos sujeitos em privação de liberdade, conectando a mediação da informação e o bibliotecário como ativos para reduzir essa fragilidade. A partir de levantamento bibliográfico que norteou a consecução deste estudo, apresentam-se conceitos e características da vulnerabilidade relacionando situações vivenciadas no ambiente prisional e ratificando a inserção desse grupo como socialmente vulneráveis. Trata da inserção do bibliotecário nos estabelecimentos penais, fundamentando-se na determinação legal da existência de bibliotecas prisionais nesses espaços. Os resultados da pesquisa apontam que esse profissional atuaria como agente mediador, planejando e construindo para e com o sujeito encarcerado ações que favoreçam a reintegração social. Contudo, é preciso compreender que em razão das características do ambiente de informação retratado, são necessárias competências específicas para que o bibliotecário desenvolva efetivamente sua função no ambiente prisional. Conclui-se que a mudança de paradigma na função das prisões ainda não consegue ser aplicada na prática. A CI enquanto ciência social e interdisciplinar pode contribuir com ações e discussões sobre o fenômeno da informação nesse ambiente, favorecendo a reintegração social dos egressos.

Prisionais

Artigos Brasileiros

Barco em um lago

Leitura na prisão feminina: da biblioteca ao questionamento dos gostos

Paula Sequeiros

Uma prisão feminina em Portugal foi caso de estudo sobre práticas de leitura nesse quotidiano. Consideram-se teorias sobre a prisão feminina (M.I. Cunha e C.R. Fonseca) e de uma perspetiva feminista e comparativa (M. Bosworth, B.H. Zaitzow & J. Thomas). Para compreender o que, por que e com que significados as mulheres liam, cruzando dimensões sociais, desenhou-se uma abordagem qualitativa, metodologicamente diversificada (etnografia, entrevistas individuais e grupais com leitoras e com intermediadores), incluindo usos do espaço físico e social e do tempo, relações com familiares, com outras detidas e com pessoal prisional. Analisaram-se títulos favoritos (romances cor-de-rosa, literatura industrial, light ou kitsch), tendo-se em conta gêneros literários para públicos femininos e desconstruindo-se preconceitos de gênero e classe associados à sua crítica. A interpretação foi construída com um quadro teórico diverso (A. Amorós, M. Calinescu, R. Felski, J. Radway e M. Sweeney). A análise de práticas, concetualizações e representações desvelou traços interessantes e eventualmente inesperados sobre os modos de leitura.

Prisionais

Artigos Brasileiros

Barco em um lago

Bibliotecas prisionais e a construção da cidadania: práticas bibliotecárias em favor da inclusão social

Jorge Santa Anna;
Eni Maria de Souza Pinto Zaneti;
Lucileide Andrade de Lima do Nascimento

Apresenta reflexões acerca das possibilidades de atuação do profissional bibliotecário, ao mediar a educação, a cultura e o lazer em busca da consolidação da cidadania, nas bibliotecas prisionais. Para tanto, através de pesquisa bibliográfica e documental, discute o direito de acesso à informação como insumo básico para concretização do exercício da cidadania na sociedade. Expõe os marcos legais que asseguram o direito de cidadania, conferido, de modo especial, aos detentos, destacando a oferta de condições dignas de convivência nos ambientes prisionais. Expõe a realidade do sistema prisional brasileiro, apresentando dados que confirmem a ambiência caótica e precária desses estabelecimentos. Discute a importância e a necessidade das bibliotecas prisionais e apresenta, de acordo com a realidade brasileira, a ausência de uma atuação bibliotecária efetiva. Por fim, conclui que, a realidade prisional brasileira não atende aos dispositivos legais, não viabilizando as potencialidades que a biblioteca tende a oferecer, sobretudo por meio da atuação de um bibliotecário. Aprende que, além de realizar atividades técnicas e tradicionais, o bibliotecário amplia seus fazeres ao atuar nesses ambientes, adquirindo competências em prol da inclusão social, atuando como agente de transformação social

Prisionais

Artigos Brasileiros

Barco em um lago

Ações de inclusão digital nas instituições penitenciárias do Brasil e Espanha: um estudo comparado

Júlio Afonso Sá de Pinho Neto

Esta comunicação apresenta os resultados de pesquisa 21 que teve como objetivo analisar a experiência do Brasil e da Espanha, no que se refere ao desenvolvimento de projetos de inclusão digital para presidiários. A investigação realizou-se a partir de um estudo de caso comparativo entre um projeto de inclusão digital desenvolvido na Penitenciária Lemos de Brito em Salvador (BA) e outro no Centro Penitenciário de Córdoba (Espanha). Os dados foram analisados e interpretados por meio do método da análise de conteúdo, com o estabelecimento de categorias após a coleta de dados. Como resultado, percebeu-se que os dois projetos estão fundamentados em princípios que privilegiam a educação para a cidadania como finalidade primordial do trabalho de inclusão digital, contudo, não existem, tanto no Brasil como na Espanha, políticas públicas consolidadas nessa área tendo a conquista da cidadania como premissa maior. A realidade brasileira apresenta, ainda, problemas e desafios decorrentes da grave crise vivida pelo sistema prisional que inviabilizam a plena consecução dos objetivos do projeto de inclusão digital analisado.

Prisionais

Artigos Brasileiros

Barco em um lago

A educação de jovens e adultos no sistema prisional brasileiro: o que dizem os planos estaduais de educação em prisões?

Antonio Pereira

O objetivo desta pesquisa foi compreender a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no sistema prisional brasileiro, a partir da análise de conteúdo de quatorze Planos Estaduais de Educação em Prisões (PEEPs). A questão de partida foi: como a EJA está sendo planejada nos PEEPs e quais são as principais contradições presentes? Os resultados, em linhas gerais, demonstraram que a concepção pedagógica e psicológica presentes nos Planos está fundamentada em Freire e Vygotski, embora não corporificada nas metas e ações planejadas, na organização curricular, na alfabetização, na profissionalização e no atendimento à diversidade. A EJA, no sistema prisional, é um direito, mas esbarra na ausência de escolas e salas adequadas, de acervo bibliográfico e de bibliotecas, de pessoal e de professores qualificados, de financiamento, de projetos culturais e artísticos e de leitura para a remição da pena.

Prisionais

Artigos Brasileiros

Barco em um lago

A mediação da leitura em bibliotecas prisionais

Taiza Maria Lozano de Oliveira;
Felipe Caldonazzo de Almeida Pereira;
João Arlindo dos Santos Neto

O tema sobre bibliotecas prisionais, embora de extrema importância, principalmente para o desenvolvimento de uma sociedade menos desigual, ainda é pouco explorado na área de Biblioteconomia. Este trabalho tem como objetivo a identificação de iniciativas em mediação da informação e da leitura em unidades prisionais. A metodologia utilizada é de natureza exploratória, com abordagem qualiquantitativa, utilizando-se de uma pesquisa bibliográfica. Como resultados, a pesquisa analisou 24 trabalhos recuperados na base de dados da OasisBR, Biblioteca Digital de Teses e Dissertações e no DOAJ. Considera que a maioria dos trabalhos apresenta relação com a mediação da informação e da leitura, porém muitos não explicitam essa interlocução com o uso e discussão dos conceitos. Conclui que a produção científica sobre a temática ainda é incipiente.

Prisionais

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