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Acessibilidade Arquitetônica

A Acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida nos espaços de estudo e circulação da Biblioteca Central da UFG
Julio Heber Camargo Silva ;
Fernanda Silva Damasceno ;
Suely Henrique Gomes, Geisa Müller de Campos Ribeiro e Hevellin Estrela
Em atendimento às leis sobre acessibilidade física e aos direitos do portador de mobilidade reduzida, este projeto busca produzir um diagnóstico relacionado a esse tema, utilizando a NBR 9050:2015 da ABNT, para identificar as adaptações necessárias à acessibilidade e à inclusão social de usuários portadores de mobilidade reduzida nas dependências internas e externas da Biblioteca Central da Universidade Federal de Goiás. Utilizou-se abordagem qualitativa e exploratória com verificação in locus das dependências da biblioteca, priorizando análise dos espaços, mobiliários e equipamentos daquela unidade de informação. O presente estudo abordou duas das oito categorias sobre acessibilidade sendo elas a categoria “arquitetônica” e a categoria “mobiliário e equipamentos”. O diagnóstico evidenciou a necessidade de ajustar 22 itens (de um total de 174), ou seja, 12,64% dos itens analisados não atendem as normas 9050:2015 relacionadas à acessibilidade arquitetônica. Quanto à acessibilidade de mobiliários e equipamentos, 10 itens (de um total de 19), ou seja, 52,64%, não atendem as recomendações das normas. Constatou-se que, dentro das características relacionadas à acessibilidade arquitetônica, a Biblioteca Central cumpre bem as normas. Quanto à acessibilidade de mobiliários e equipamentos, os resultados apontam para a necessidade de adequação.
Acessibilidade
Acessibilidade Arquitetônica

Bibliotecas universitárias: o papel de um campus acessível na inclusão de usuários com necessidades especiais
Isabel Cristina dos Santos DINIZ;
Ana Margarida Pisco ALMEIDA;
Cassia Cordeiro FURTADO
esumo O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados preliminares de uma pesquisa em andamento que procura diagnosticar práticas inclusivas em bibliotecas universitárias brasileiras e portuguesas. A pesquisa visa elucidar aspectos relativos ao papel de um campus acessível na inclusão de usuários com necessidades especiais. Os resultados foram coletados por meio de um questionário online aplicado a oitenta e sete diretores de bibliotecas (cinquenta e quatro brasileiros e trinta e três portugueses). Foram coletadas cinquenta respostas válidas (vinte e oito brasileiras e vinte e duas portuguesas). Os resultados permitiram identificar problemas de acessibilidade, nomeadamente no que diz respeito ao acesso ao campus e à falta de equipes de bibliotecários com habilidades específicas para auxiliar esses usuários. Concluímos que muitas dessas bibliotecas estão integradas em campi sem infra-estrutura acessível e, portanto, que não são capazes de promover a inclusão de estudantes com necessidades especiais. Os respondentes afirmam que estão conscientes de suas limitações e fraquezas quando enfrentam esse desafio. Por isso, mostram abertura para mudar suas práticas e atitudes em relação a um novo cenário futuro no qual eles possam construir soluções para se melhorar a acessibilidade e a inclusão nessas bibliotecas.
Acessibilidade
Acessibilidade Arquitetônica

Aspectos que interferem na construção da acessibilidade em bibliotecas universitárias
Alberto Angel Mazzoni ;
Elisabeth Fátima Torres;
Rubia de Oliveira, Vera Helena Moro Bins Ely eJoão Bosco da Mota Alves
Apresenta-se a evolução do conceito da acessibilidade, inicialmente associado apenas ao projeto livre de barreiras, para o que é hoje conhecido como desenho para todos, envolvendo aspectos tanto do mundo físico como do mundo digital. Discute-se a importância de as bibliotecas universitárias adotarem critérios de acessibilidade, contribuindo para isso o espaço digital. A partir do estudo de caso feito em uma universidade federal brasileira específica, focado nos aspectos de acesso à informação e comunicação e aspectos atitudinais, são elaboradas propostas de melhorias para as condições de acessibilidade em bibliotecas universitárias.
Acessibilidade
Acessibilidade Arquitetônica

Acessibilidade e inclusão em Bibliotecas: um estudo de caso
Cintia Cibele Ramos Fonseca;
Gicele Farias Gomes;
Samile Andréa de Souza Vanz(3
Este estudo aborda a questão da inclusão de pessoas com deficiência na biblioteca universitária Edgar Sperb da Escola de Educação Física da UFRGS, avalia e identifica as condições de acessibilidade física e informacional oferecidas aos usuários e os recursos de acessibilidade disponíveis na biblioteca. Utiliza como instrumento de avaliação um cheklist baseado na norma de acessibilidade NBR 9050/2004, na NBR 15599/2008. Os resultados apontam problemas de acessibilidade que a biblioteca não está preparada para atender pessoas deficientes ou com mobilidade reduzida. A equipe da biblioteca, porém, compreende as diferentes necessidades dos usuários, conhece a legislação existente sobre o tema e está aberta para mudanças.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

A acessibilidade atitudinal e a percepção das pessoas com e sem deficiência
Aline Sarturi Ponte ;
Lucielem Chequim da Silva
Este estudo aborda uma discussão sobre acessibilidade atitudinal, que é um recurso de grande importância para auxiliar pessoas com deficiência no exercício de sua cidadania. O estudo teve por objetivo realizar uma reflexão sobre como as pessoas com deficiência e sem deficiência percebem, enfrentam e/ou entendem as barreiras atitudinais. A pesquisa apresenta caráter qualitativo, por meio de intervenções de grupo focal. Para coleta de dados foram organizados dois grupos: um constituiu-se por pessoas com deficiência e outro por pessoas sem deficiência. A realização da coleta de dados ocorreu no início do semestre letivo de 2012. As informações foram coletadas a partir de um roteiro estruturado. Para uma melhor apresentação das discussões dos grupos, foram criadas três categorias, uma para as pessoas com deficiência e duas para as pessoas sem deficiência. Durante o estudo observou-se que as barreiras arquitetônicas são um grande problema enfrentado pelas pessoas com deficiência, as barreiras atitudinais não são visíveis como as barreiras físicas, na maioria das vezes, são inconscientes, e de difícil reconhecimento por parte de quem as pratica. Considera-se que o desconhecimento é a base para o avanço das barreiras atitudinais e que o terapeuta ocupacional é um profissional que, além de trabalhar as potencialidades e habilidades da pessoa com deficiência, também irá estimular a integração social, respeitando a subjetividade de cada indivíduo e o contexto no qual ele está inserido.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

Capacitação em Acessibilidade para as bibliotecas: relato de experiência do Sistema de Bibliotecas da Universidade Federal de Pelotas
Aline Herbstrith Batista;
Patricia de Borba Pereira
Esse trabalho relata a experiência realizada na Universidade Federal de Pelotas através de uma ação de capacitação conjunta entre a Coordenação de Bibliotecas, Coordenação de Desenvolvimento de Pessoal e Núcleo de Acessibilidade e Inclusão. A primeira parte da capacitação, de acessibilidade atitudinal, se deu em duas etapas: no primeiro momento foram apresentadas aos servidores das bibliotecas as diversas deficiências e suas especificidades, e o segundo momento foi realizada uma capacitação bem específica em LIBRAS para o atendimento ao público nas bibliotecas. O projeto de capacitação tem outras etapas que serão executadas de acordo com o cronograma do mesmo.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

Acessibilidade atitudinal como requisito de sustentabilidade para bibliotecas universitárias inclusivas no Brasil e em Portugal
Isabel Cristina dos Santos Diniz;
Ana Margarida Pisco Almeida;
Cassia Cordeiro Furtado
Este artigo consiste em um recorte que aborda uma discussão sobre acessibilidade atitudinal do bibliotecário como elemento norteador para o processo dos demais tipos de acessibilidade (arquitetônica, comunicacional, pragmática e instrumental). Para tanto, tomou-se a seguinte questão norteadora: quais as práticas de acessibilidade atitudinal dos diretores das bibliotecas universitárias inclusivas brasileiras e portuguesas? Apresenta como objetivo diagnosticar as práticas de acessibilidade atitudinal desenvolvidas pelos sujeitos supracitados. Trata de uma investigação descritiva de levantamento de dados Survey, utilizando um tipo de questionário para recolher dados que permitiram descrever comportamento, atitude, valores e situações vivenciadas pelos sujeitos da pesquisa quanto à acessibilidade atitudinal desenvolvida na biblioteca. Os resultados apresentados foram recolhidos através da aplicação de um inquérito por questionário enviado a 87 diretores de bibliotecas universitárias (54 brasileiras e 33 portuguesas). Obteve-se 50 respostas válidas que compreendem 28 bibliotecas brasileiras e 22 bibliotecas portuguesas. Esta investigação contribuiu para desmistificar, aos olhos dos coordenadores das bibliotecas e dos bibliotecários, o quanto é importante e fundamental investir na acessibilidade atitudinal dos seus profissionais. Importa dar a conhecer, especificamente, que estas bibliotecas precisam investir na educação contínua de seus bibliotecários sobre acessibilidade e inclusão. Faz-se necessário o desenvolvimento de novas pesquisas na área, interligando o fazer dos diretores das bibliotecas, dos bibliotecários, bem como dos diretores do núcleo/gabinete de estudantes com deficiência das universidades brasileiras e portuguesas quanto as possíveis contribuições desses profissionais na eliminação ou minimização das barreiras relacionadas às diferentes atitudes de acessibilidade.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

“Iguais no mundo das diferenças”: acessibilidade atitudinal na BCJC
Clemilda Santana dos Reis de Jesus;
Lívia Sandes Mota;
Solange dos Santos Rocha e Tatiane Souza Santos
Aborda a construção da cartilha “Iguais no mundo das diferenças”, um instrumento educacional que tem como finalidade trazer recomendações de atitudes pessoais que podem ser desenvolvidas pela equipe de trabalho da Biblioteca Central Julieta Carteado da Universidade Estadual de Feira de Santana. Apresenta um breve relato sobre a legislação brasileira acerca do tema acessibilidade, além de ressaltar a importância das mudanças culturais na equipe quanto à acessibilidade atitudinal para desenvolver um espaço inclusivo por meio do atendimento as necessidades informacionais.
Acessibilidade
Acessibilidade Comunicacional

Capacitação para o uso de Língua Brasileira de Sinais: um olhar da biblioteca para a comunidade surda
Marisa Cubas Lozano;
Sueli Fioramonte Trevisan
A biblioteca é essencialmente um espaço democrático e, portanto, um espaço de inclusão. Para que a inclusão ocorra de forma adequada, é necessária que a equipe da biblioteca esteja capacitada e ciente das demandas de seu público. Neste sentido, A Biblioteca Comunitária da Universidade Federal de São Carlos vem desenvolvendo um projeto que prepara a equipe para o atendimento da comunidade surda. No desenvolvimento do projeto, que conta com a colaboração de Tradutora e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais da universidade e um estudante surdo, foram levantadas junto aos atendentes da biblioteca as principais demandas informacionais dos usuários para que fosse elaborada uma apostila. Esta apostila subsidiou oficina realizada posteriormente e a produção de um vídeo que convida a comunidade surda a visitar a Biblioteca Comunitária. O projeto continua em 2019, com a oferta de nova oficina e aprimoramento de materiais voltados a inclusão do público surdo.
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