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Acessibilidade Programática

Barco em um lago

Bibliotecas Universitárias em busca de acessibilidade programática: quebra de barreiras (in) visíveis nas políticas de formação e desenvolvimentos de coleções no Brasil e em Portugal

Isabel Cristina dos Santos Diniz ;
Ana Margarida Almeida;
Cassia Cordeiro Furtado

A pesquisa objetivou analisar as barreiras (in) visíveis contidas nos regulamentos, normas e políticas de formação e desenvolvimento de coleções acessíveis das bibliotecas universitárias brasileiras e portuguesas. Como método de estudo, elegeu-se uma abordagem de investigação descritiva de levantamento de dados Survey, mediante a utilização de um questionário. Os resultados apontam que: o regulamento da biblioteca não prevê que os produtos/serviços disponibilizados ofereçam condições de acesso e uso à informação para o estudante com deficiência; a política de formação e desenvolvimento de coleções não é consoante à legislação vigente, não faz estimativa de aquisição gradual dos conteúdos básicos do acervo em formatos alternativos; dentre outros.

Acessibilidade

Acessibilidade informacional

Barco em um lago

Diagnóstico sobre acervo inclusivo nas Bibliotecas Públicas de Sergipe

Telma de Carvalho;
Lorena Bomfim Bastos

Este trabalho traz os resultados de pesquisa realizada junto às bibliotecas públicas estaduais e municipais do Estado de Sergipe, com vistas a verificar a formação e disponibilidade de acervo inclusivo para pessoas com deficiência visual, bem como levantar se as mesmas têm feito uso das tecnologias de informação para atendimento ao público. A presente pesquisa foi desenvolvida junto à Universidade Federal de Sergipe como projeto de extensão, em 2016/2017. Este trabalho tem por objetivo contribuir com a discussão acerca do assunto e debater sobre as condições de acesso à informação para pessoas com necessidades especiais nas bibliotecas públicas de Sergipe, levando-se em conta a oferta de materiais acessíveis e o preparo do bibliotecário para atender este grupo de pessoas. A pesquisa é qualiquantitativa, descritiva e exploratória. Utilizou-se o envio de questionário elaborado no Google Forms para o levantamento dos dados. O Estado de Sergipe é formado por 75 munícipios e possui 83 bibliotecas públicas, das quais apenas 14 colaboraram efetivamente para o alcance dos resultados. Os dados revelaram a fragilidade das bibliotecas em relação à composição de seus acervos, pois pouco é oferecido em termos de acervo acessível. Há necessidade de capacitação da equipe bibliotecária a fim de que possam se adequar para melhorar o atendimento dos usuários. Além disso, as bibliotecas também precisam de reforço nos equipamentos de informática para que possam fazer uso das Tecnologias de Informação e utilizarem programas e aplicativos que facilitem a leitura digital, uma vez que a grande maioria não possui equipamentos de informática em seus locais, nem para uso administrativo, nem para uso do público.

Acessibilidade

Acessibilidade Arquitetônica

Barco em um lago

Acessibilidade arquitetônica em diferentes tipologias de bibliotecas

Gabriela Giacumuzzi;
Eliane Lourdes da Silva Moro

O artigo analisa como ocorre a acessibilidade arquitetônica e física e acessibilidade de mobiliário e equipamentos em diferentes tipologias de bibliotecas e como os padrões de acessibilidade perpassam por todos tipos de bibliotecas. Utiliza o Instrumento de Avaliação das Condições de Acessibilidade em Bibliotecas (Checklist) e observação para coleta de dados. Aponta que as bibliotecas não atendem todos os quesitos de acessibilidade arquitetônica e física em seus ambientes. Conclui que todas as tipologias de bibliotecas devem ter acessibilidade arquitetônica, assim atendendo as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e possibilitando o acesso para todos os usuários, independente de suas diferenças físicas.

Acessibilidade

Acessibilidade Atitudinal

Barco em um lago

A inclusão dos usuários com transtorno de espectro autista pela prática do letramento informacional na biblioteca escolar

Marcos Pastana Santos;
Cládice Nóbile Diniz

Propõe-se a discussão do letramento informacional para alunos autistas que frequentam a biblioteca escolar desde a educação infantil até o ensino fundamental da escola pública, considerando a adequação dos serviços oferecidos por meio dos conceitos do desenho universal. Investiga os métodos de leitura adotados pelos profissionais da educação para o desenvolvimento da aprendizagem do aluno com deficiência. Analisa o processo histórico da pessoa com autismo e as singularidades da deficiência de modo a construir com equipe multidisciplinar, atividades pedagógicas e biblioteconômicas que viabilizem o acesso a informação e o conhecimento. A metodologia foi quanto aos fins, descritiva e quanto aos meios, bibliográfica, com tratamento de dados qualitativo. Como resultado, destaca que a importância da prática do letramento informacional na biblioteca escolar para o aluno com transtorno do espectro autista e que é necessário repensar os serviços, com os conceitos do desenho universal como um guia de possibilidades

Acessibilidade

Legislação, Cartilhas e Manuais

Barco em um lago

Diretrizes de atenção à pessoa com Síndrome de Down

Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas

A elaboração das Diretrizes de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down baseou-se em buscas no sistema PubMed, SciELO e no Cochrane Database of Systematic Reviews utilizando como palavras chaves: “Down Syndrome” Síndrome de Down”; “Trisomy 21”, “Trisomía del Cromosoma 21” e “Trissomia do Cromossomo 21” e “Growth”, “Desarollo” e “Crescimento, Os artigos revistos foram publicados no período de 1975 a 2011 além dos relatos históricos de Langdon Down e Jerome Lejeune. A busca foi limitada às línguas inglesa, espanhola e portuguesa. Os dados foram analisados por um grupo de especialistas que discutiu os resultados e elaborou estas diretrizes

Acessibilidade

Acessibilidade Atitudinal

Barco em um lago

Biblioteca escolar no processo de ensino-aprendizagem da/o estudante com Síndrome de Down

Andréa Pereira dos Santos

Analisa a atuação da biblioteca escolar, no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes com síndrome de Down da rede municipal de ensino de Aparecida de Goiânia. Empregou-se pesquisa de campo de caráter exploratória visando explicitar o ambiente estudado, empregando a abordagem qualitativa, a qual permitiu valorizar as atitudes, crenças e as particularidades do estudante com Down. Utilizou-se como instrumento na pesquisa para a coleta de dados o questionário com 32 questões, sendo 25 abertas e 7 fechadas abertas e fechadas. Os resultados demonstraram pontos positivos e negativos com relação à atuação da biblioteca escolar e o estudante com Down. Destaca Dentro dos positivos destacamos a presença da biblioteca escolar e do profissional bibliotecário em 90% das escolas pesquisadas e a existência de professor de apoio para todos os estudantes com deficiência. Os negativos foram ausência de ações propícia para os estudantes Down; a omissão do professor regente; a falta de comunicação e interação entre as profissionais – bibliotecária e professor. Esses fatores comprometeram significativamente o processo evolutivo dos estudantes com Down. Portanto, a atuação da biblioteca escolar com relação ao ensino-aprendizagem dos estudantes Down ainda é precária, mesmo porque a Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência é recente. Apesar de a educação inclusiva ser efetivada politicamente, falta implementar a humanização para com esses estudantes. Conclui-se que as profissionais que atuam nas bibliotecas pesquisadas, desenvolvem ações de incentivo à leitura, mas encontram dificuldades em estabelecer relacionamento com os estudantes Down, limitando o processo de aprendizagem. Afirma que a biblioteca é o lugar propício para a sociabilização, pois nela os leitores podem sonhar e imaginar um mundo diferente do que ele vivencia, e a partir disso mudar sua perspectiva e se sentir incluído. Sugere-se a necessidade de realizar cursos de capacitação para que estas profissionais saiba utilizar os jogos e recursos disponíveis na biblioteca aos alunos com deficiência intelectual.

Acessibilidade

Acessibilidade Atitudinal

Barco em um lago

Bibliotecas e portadores de transtorno do espectro autista: guia prático para acessibilidade

Leandra Lima Farias

Este trabalho consiste em uma revisão de literatura que teve como principal objetivo a identificação de práticas bem-sucedidas de serviços e atividades em unidades de informação para atender indivíduos portadores de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Foram realizadas buscas em diversas bases de dados bibliográficas que permitiram reunir 39 trabalhos sobre TEA e bibliotecas. Esta pesquisa se justifica pelo fato de que as bibliotecas devem ser espaços inclusivos, acessíveis e sem nenhum tipo de discriminação. Os portadores de TEA tem comportamento diferenciado no que se refere aos aspectos de linguagem,interação social, percepção, atenção e memória. Portanto, as bibliotecas precisam buscar alternativas específicas para não excluir os portadores de TEA de seus espaços, serviços e atividades. Os resultados podem apoiar e orientar profissionais que atuam em bibliotecas e que muitas vezes não sabem como tratar estes usuários. Disponibilizar espaços mais silenciosos, usar ferramentas de realidade virtual, promover que proporcionem maior conhecimento sobre como conviver com os portadores de TEA estão entre as estratégias mais frequentes na literatura, no sentido de aumentar a acessibilidade em bibliotecas dos portadores de TEA. Acredita-se que o guia prático para acessibilidade seja essencial para ajudar o profissional bibliotecário a compreender seu usuário a partir de informações selecionadas pelos artigos para a composição do guia prático para acessibilidade de portadores de TEA.

Acessibilidade

Acessibilidade Programática

Barco em um lago

Produtos e serviços de informação para pessoas com deficiência visual

Tania Milca de Carvalho Malheiros

Dentro do tema inclusão social, com o foco na inclusão de pessoas com deficiência visual, quais são os produtos e serviços de informação que são ofertados ou não pelas Unidades de Informação para as pessoas com deficiência visual no Brasil? Esta pergunta foi respondida por meio de uma investigação exploratória, cujos instrumentos de coleta de dados utilizados foram a revisão de literatura, entrevistas e questionários, sendo uma pesquisa avaliada pelos métodos quantitativo e qualitativo, para se levantar quais os produtos e serviços de informação existentes no Brasil, para as pessoas com deficiência visual (cegos e com baixa visão). Com os resultados foi apresentado um mapeamento da oferta desses produtos e serviços, que virá a preencher uma lacuna informativa fundamental para estes cidadãos e uma panorâmica dessa prestação de serviços destinada ao público com deficiência visual. Também foram citados os produtos e serviços mais utlizados do ponto de vista do gestor. Essas questões irão preencher as deficiências na questão da aquisição de informações necessárias ao desenvolvimento e autonomia do público-alvo da pesquisa.

Acessibilidade

Acessibilidade Atitudinal

Barco em um lago

Necessidade de informação do usuário com deficiência visual : um estudo de caso da Biblioteca Digital e Sonora da Universidade de Brasília

Tania Milca de Carvalho Malheiros

Esta pesquisa apresenta um estudo de usuários deficientes visuais da Biblioteca Digital e Sonora (BDS) da Universidade de Brasília, com o objetivo de identificar suas necessidades de informação e colher subsídios para a definição de uma política de desenvolvimento de coleção. A metodologia utilizada foi a técnica de pesquisa qualitativa por entrevistas, sendo também utilizados a análise documental e o estudo de caso. O perfil dos usuários foi descrito por meio de dados demográficos, dados sobre a condição visual, e sobre necessidade de informação e acesso às informações digitais. A coleta de dados foi realizada com o universo de 20 usuários, e o instrumento utilizado foi a entrevista semi-estruturada, com perguntas abertas e fechadas. Após a coleta e análise dos dados, concluiu-se que: a informação em meio digital é fundamental para os usuários, sendo a mais utilizada, seguida da informação em áudio e em Braille; os usuários acessam todo tipo de informação no computador, mas buscam principalmente informações didáticas e profissionais, tendo suas necessidades de informação em maior parte satisfeitas. Todos têm computador em casa e a maioria o acessa diariamente. Em relação à dificuldade de acesso às informações, a falta de acessibilidade dos sites foi a mais citada. Sobre as fontes onde mais buscam informações, foram citados vários sites, e sobre as estratégias de busca, a opção mais usada é ir direto à internet. Por meio das falas dos usuários pode se observar o impacto que a tecnologia da informação teve em suas vidas

Acessibilidade

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