

Leituras Recomendadas
dim GT
Espaço destinado a divulgação de textos e outros materiais, em meio digital

Todos Temas
Acessibilidade Arquitetônica

Acessibilidade arquitetônica em diferentes tipologias de bibliotecas
Gabriela Giacumuzzi;
Eliane Lourdes da Silva Moro
O artigo analisa como ocorre a acessibilidade arquitetônica e física e acessibilidade de mobiliário e equipamentos em diferentes tipologias de bibliotecas e como os padrões de acessibilidade perpassam por todos tipos de bibliotecas. Utiliza o Instrumento de Avaliação das Condições de Acessibilidade em Bibliotecas (Checklist) e observação para coleta de dados. Aponta que as bibliotecas não atendem todos os quesitos de acessibilidade arquitetônica e física em seus ambientes. Conclui que todas as tipologias de bibliotecas devem ter acessibilidade arquitetônica, assim atendendo as diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e possibilitando o acesso para todos os usuários, independente de suas diferenças físicas.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

A inclusão dos usuários com transtorno de espectro autista pela prática do letramento informacional na biblioteca escolar
Marcos Pastana Santos;
Cládice Nóbile Diniz
Propõe-se a discussão do letramento informacional para alunos autistas que frequentam a biblioteca escolar desde a educação infantil até o ensino fundamental da escola pública, considerando a adequação dos serviços oferecidos por meio dos conceitos do desenho universal. Investiga os métodos de leitura adotados pelos profissionais da educação para o desenvolvimento da aprendizagem do aluno com deficiência. Analisa o processo histórico da pessoa com autismo e as singularidades da deficiência de modo a construir com equipe multidisciplinar, atividades pedagógicas e biblioteconômicas que viabilizem o acesso a informação e o conhecimento. A metodologia foi quanto aos fins, descritiva e quanto aos meios, bibliográfica, com tratamento de dados qualitativo. Como resultado, destaca que a importância da prática do letramento informacional na biblioteca escolar para o aluno com transtorno do espectro autista e que é necessário repensar os serviços, com os conceitos do desenho universal como um guia de possibilidades
Acessibilidade
Legislação, Cartilhas e Manuais

Diretrizes de atenção à pessoa com Síndrome de Down
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas
A elaboração das Diretrizes de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down baseou-se em buscas no sistema PubMed, SciELO e no Cochrane Database of Systematic Reviews utilizando como palavras chaves: “Down Syndrome” Síndrome de Down”; “Trisomy 21”, “Trisomía del Cromosoma 21” e “Trissomia do Cromossomo 21” e “Growth”, “Desarollo” e “Crescimento, Os artigos revistos foram publicados no período de 1975 a 2011 além dos relatos históricos de Langdon Down e Jerome Lejeune. A busca foi limitada às línguas inglesa, espanhola e portuguesa. Os dados foram analisados por um grupo de especialistas que discutiu os resultados e elaborou estas diretrizes
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

Biblioteca escolar no processo de ensino-aprendizagem da/o estudante com Síndrome de Down
Andréa Pereira dos Santos
Analisa a atuação da biblioteca escolar, no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes com síndrome de Down da rede municipal de ensino de Aparecida de Goiânia. Empregou-se pesquisa de campo de caráter exploratória visando explicitar o ambiente estudado, empregando a abordagem qualitativa, a qual permitiu valorizar as atitudes, crenças e as particularidades do estudante com Down. Utilizou-se como instrumento na pesquisa para a coleta de dados o questionário com 32 questões, sendo 25 abertas e 7 fechadas abertas e fechadas. Os resultados demonstraram pontos positivos e negativos com relação à atuação da biblioteca escolar e o estudante com Down. Destaca Dentro dos positivos destacamos a presença da biblioteca escolar e do profissional bibliotecário em 90% das escolas pesquisadas e a existência de professor de apoio para todos os estudantes com deficiência. Os negativos foram ausência de ações propícia para os estudantes Down; a omissão do professor regente; a falta de comunicação e interação entre as profissionais – bibliotecária e professor. Esses fatores comprometeram significativamente o processo evolutivo dos estudantes com Down. Portanto, a atuação da biblioteca escolar com relação ao ensino-aprendizagem dos estudantes Down ainda é precária, mesmo porque a Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência é recente. Apesar de a educação inclusiva ser efetivada politicamente, falta implementar a humanização para com esses estudantes. Conclui-se que as profissionais que atuam nas bibliotecas pesquisadas, desenvolvem ações de incentivo à leitura, mas encontram dificuldades em estabelecer relacionamento com os estudantes Down, limitando o processo de aprendizagem. Afirma que a biblioteca é o lugar propício para a sociabilização, pois nela os leitores podem sonhar e imaginar um mundo diferente do que ele vivencia, e a partir disso mudar sua perspectiva e se sentir incluído. Sugere-se a necessidade de realizar cursos de capacitação para que estas profissionais saiba utilizar os jogos e recursos disponíveis na biblioteca aos alunos com deficiência intelectual.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

Bibliotecas e portadores de transtorno do espectro autista: guia prático para acessibilidade
Leandra Lima Farias
Este trabalho consiste em uma revisão de literatura que teve como principal objetivo a identificação de práticas bem-sucedidas de serviços e atividades em unidades de informação para atender indivíduos portadores de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Foram realizadas buscas em diversas bases de dados bibliográficas que permitiram reunir 39 trabalhos sobre TEA e bibliotecas. Esta pesquisa se justifica pelo fato de que as bibliotecas devem ser espaços inclusivos, acessíveis e sem nenhum tipo de discriminação. Os portadores de TEA tem comportamento diferenciado no que se refere aos aspectos de linguagem,interação social, percepção, atenção e memória. Portanto, as bibliotecas precisam buscar alternativas específicas para não excluir os portadores de TEA de seus espaços, serviços e atividades. Os resultados podem apoiar e orientar profissionais que atuam em bibliotecas e que muitas vezes não sabem como tratar estes usuários. Disponibilizar espaços mais silenciosos, usar ferramentas de realidade virtual, promover que proporcionem maior conhecimento sobre como conviver com os portadores de TEA estão entre as estratégias mais frequentes na literatura, no sentido de aumentar a acessibilidade em bibliotecas dos portadores de TEA. Acredita-se que o guia prático para acessibilidade seja essencial para ajudar o profissional bibliotecário a compreender seu usuário a partir de informações selecionadas pelos artigos para a composição do guia prático para acessibilidade de portadores de TEA.
Acessibilidade
Acessibilidade Programática

Produtos e serviços de informação para pessoas com deficiência visual
Tania Milca de Carvalho Malheiros
Dentro do tema inclusão social, com o foco na inclusão de pessoas com deficiência visual, quais são os produtos e serviços de informação que são ofertados ou não pelas Unidades de Informação para as pessoas com deficiência visual no Brasil? Esta pergunta foi respondida por meio de uma investigação exploratória, cujos instrumentos de coleta de dados utilizados foram a revisão de literatura, entrevistas e questionários, sendo uma pesquisa avaliada pelos métodos quantitativo e qualitativo, para se levantar quais os produtos e serviços de informação existentes no Brasil, para as pessoas com deficiência visual (cegos e com baixa visão). Com os resultados foi apresentado um mapeamento da oferta desses produtos e serviços, que virá a preencher uma lacuna informativa fundamental para estes cidadãos e uma panorâmica dessa prestação de serviços destinada ao público com deficiência visual. Também foram citados os produtos e serviços mais utlizados do ponto de vista do gestor. Essas questões irão preencher as deficiências na questão da aquisição de informações necessárias ao desenvolvimento e autonomia do público-alvo da pesquisa.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

Necessidade de informação do usuário com deficiência visual : um estudo de caso da Biblioteca Digital e Sonora da Universidade de Brasília
Tania Milca de Carvalho Malheiros
Esta pesquisa apresenta um estudo de usuários deficientes visuais da Biblioteca Digital e Sonora (BDS) da Universidade de Brasília, com o objetivo de identificar suas necessidades de informação e colher subsídios para a definição de uma política de desenvolvimento de coleção. A metodologia utilizada foi a técnica de pesquisa qualitativa por entrevistas, sendo também utilizados a análise documental e o estudo de caso. O perfil dos usuários foi descrito por meio de dados demográficos, dados sobre a condição visual, e sobre necessidade de informação e acesso às informações digitais. A coleta de dados foi realizada com o universo de 20 usuários, e o instrumento utilizado foi a entrevista semi-estruturada, com perguntas abertas e fechadas. Após a coleta e análise dos dados, concluiu-se que: a informação em meio digital é fundamental para os usuários, sendo a mais utilizada, seguida da informação em áudio e em Braille; os usuários acessam todo tipo de informação no computador, mas buscam principalmente informações didáticas e profissionais, tendo suas necessidades de informação em maior parte satisfeitas. Todos têm computador em casa e a maioria o acessa diariamente. Em relação à dificuldade de acesso às informações, a falta de acessibilidade dos sites foi a mais citada. Sobre as fontes onde mais buscam informações, foram citados vários sites, e sobre as estratégias de busca, a opção mais usada é ir direto à internet. Por meio das falas dos usuários pode se observar o impacto que a tecnologia da informação teve em suas vidas
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

Acessibilidade para os usuários com deficiência intelectual em Biblioteca Pública : um estudo de caso em Nova Iguaçu
Marcos Pastana Santos
Este trabalho analisa o atendimento aos usuários com deficiência intelectual na biblioteca pública. A investigação foi realizada com profissionais que atuam na biblioteca pública do Município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Utilizamos nesta investigação a análise documental, referente à implantação de programas de acessibilidade na biblioteca municipal, e a pesquisa de campo com os funcionários da biblioteca, com tratamento qualitativo. Apoiados nessa metodologia, buscamos em conjunto, pesquisador e profissionais participantes, alternativas de recursos acessíveis, assim como destacar intervenções que possam contribuir para a autonomia dos usuários com deficiência intelectual no acesso e uso da informação. O trabalho de campo se desenvolveu por meio de encontros para entrevistas para levantamento das percepções dos profissionais que atuam na biblioteca a respeito do atendimento as pessoas com deficiência intelectual e a disponibilidade de serviços acessíveis para este público. Discussão sobre os fatos observados, bem como para estudo e aprofundamento teórico. Pertinente às ações biblioteconômicas, buscou-se o entendimento de como as tecnologias assistivas poderiam ser oferecidas aos usuários pelos profissionais a fim de atender-lhes às suas necessidades informacionais e consequentemente beneficiar-lhes o desenvolvimento do acesso, a manipulação da informação e a aquisição de conhecimento; procedendo-se da mesma forma, em seguida, com a comunicação alternativa e a audiodescrição. Realizamos a coleta de dados pela aplicação de questionários por entrevistas semiestruturadas. Como referencial teórico, empregamos a perspectiva do teórico Oswaldo Francisco de Almeida Júnior buscando em seus conceitos sobre biblioteca pública, aportes para o andamento da pesquisa e compreensão das especificidades do desenvolvimento desses usuários. Também foram analisadas as questões legais que amparam a acessibilidade às pessoas com deficiência intelectual. Desta investigação emergiram como principais resultados: a) a complexidade do trabalho biblioteconômico com usuários com deficiência intelectual na biblioteca pública; b) a necessidade de se oferecer recursos informacionais acessíveis para esses usuários; c) as possibilidades da utilização de recursos de tecnologias assistivas e da comunicação alternativa, funcionando como instrumentos de facilitação ao acesso a informação; d) a necessidade de investimentos na formação continuada dos profissionais da biblioteca para atuação com usuários com deficiência intelectual na biblioteca pública; e) urgência de maior aproximação das políticas públicas de acessibilidade da realidade dos usuários em questão. Nas Considerações Finais, são apresentadas, entre outras, proposta a respeito do intercâmbio com instituições especializadas com pessoas com deficiência intelectual e proposta de criação de um símbolo internacional de acesso às pessoas com deficiência intelectual.
Acessibilidade
Acessibilidade Atitudinal

Biblioteca escolar inclusiva. Análise acerca do transtorno do espectro autista
Renata Kelly Oliveira Sampaio;
Gabriela Belmont de Farias
O crescimento vertiginoso de pessoas autistas origina desafios para a sociedade como um todo e, a biblioteca escolar não poderia se eximir de tais responsabilidades. No Brasil, os dados referentes ao autismo serão revelados pela primeira vez no Censo 2020, pois o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística estão realizando o levantamento do censo voltado para este público. O artigo apresenta uma análise sistemática realiza na produção científica da área da Biblioteconomia e Ciência da Informação sobre a temática - o transtorno do espectro autista e a atuação da biblioteca escolar. Com intuito de identificar as ações inclusivas que podem ser propostas na biblioteca para a inclusão destes alunos. O percurso metodológico utilizado foi à revisão sistemática da literatura de 17 artigos recuperados na Base de Dados em Ciência da Informação, para a análise dos dados foi utilizado o método da análise temática. Os resultados apontaram uma carência de publicações sobre transtorno do espectro autista na área da Biblioteconomia e Ciência da Informação. Constatamos que a inclusão desses alunos é um campo riquíssimo e desafiador para investigações futuras. As tecnologias assistivas, recursos lúdicos e a educação continuada do bibliotecário são grandes aliadas para uma biblioteca escolar inclusiva.
Acessibilidade







