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questões terminológicas

Barco em um lago

O que há num nome? information literacy e a Coinfo

Alessandra Santos;
Luiz Maia

A terminologia information literacy possui falta de consenso em sua definição conceitual, tanto no cerne da palavra original de origem anglo-saxã, quanto em sua tradução para a língua portuguesa no Brasil. Dessa forma, buscou-se analisar o termo inicialmente pelo desmembramento de seus componentes, para uma melhor compreensão das implicações relacionadas à expressão information literacy. Em seguida, foram analisadas também as implicações de suas traduções no português brasileiro. O artigo é uma pesquisa exploratória qualitativa e se trata de revisão de literatura, realizada na Base de Dados Referenciais de Artigos de Periódicos em Ciência da Informação (Brapci), na Scientific Electronic Library Online (SciELO) e na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), tendo em vista o período de 1974 a 2021. A partir da análise, é possível compreender information literacy como uma prática de informação situada e socialmente constituída que abarca a fluência, o acesso, a avaliação, o uso crítico e ético e a compreensão de processos informacionais que envolvam práticas informacionais em um contexto amplo. Acerca da tradução, os resultados da busca demonstraram em uma maior frequência de ocorrência do termo “competência em informação”, o que ressalta um movimento de consolidação dessa terminologia. São enfatizados também os esforços de consolidação da temática, inclusive por meio do Seminário de Competência em Informação (CoInfo).

Competência Informação

padrões, modelos, programas, práticas, critérios, abordagens

Barco em um lago

Tendências em competência em informação em bibliotecas universitárias: revisão a partir da base Library Information Science Abstracts

Maria Elisa Valentim Pickler Nicolino;
Helen de Castro Silva casarin

A Biblioteca Universitária tem a função de subsidiar o ensino, a pesquisa e a extensão, fornecendo acesso à informação para produção de conhecimento, mas fornecer acesso não basta: é necessário um trabalho educativo para auxiliar os usuários no processo de acesso e apropriação da informação. A Biblioteca Universitária, cumprindo seu papel educativo, deve contribuir para que seus usuários desenvolvam competência em informação. A competência em informação é essencial para um indivíduo ser capaz de identificar uma necessidade de informação, saber como e onde buscar, selecionar, acessar e utilizar a informação obtida de modo eficiente e eficaz, favorecendo o aprendizado e o pensamento crítico em todo o processo. A pesquisa realizada consistiu em uma revisão literatura dos últimos três anos (2018-2020) de artigos indexados na base de dados Library Information Science Abstracts - LISA, com o objetivo de identificar tendências e inovações em ações e programas de Competência em Informação para usuários de Bibliotecas Universitárias. Foram recuperados 57 artigos, dos quais 6 foram excluídos e 51 analisados e organizados por categoria de assuntos em um quadro para identificar os temas abordados. Analisando os assuntos identificados e sistematizados foi possível evidenciar que temas como ensino-aprendizagem, inclusão, tecnologias digitais, marketing, aspectos pedagógicos, além da preocupação com o sucesso acadêmico dos alunos são recorrentes e, assim, considerados como tendências em bibliotecas universitárias no que concerne a programas e ações de competência em informação.

Competência Informação

Biblioteconomia Negra

Barco em um lago

Justiça social e população negra: um olhar teórico-crítico para Competência em Informação

Silva, Franciéle Carneiro Garcês da ;
Garcez, Dirnele Carneiro ;
Fevrier, Priscila Rufino; Alves Ana Paula Meneses

Quais os enfoques na produção científica do campo biblioteconômico-informacional vinculam a competência em informação e a justiça social para população negra? Esta é a problemática que este artigo visa responder, e para o qual o objetivo geral está em refletir sobre a justiça social e a população negra, sob a lente teórica da Competência em Informação. Trata-se de um estudo teórico, de cunho bibliográfico e documental, que possui como base artigos, livros, capítulos de livros e outros recursos informacionais coletados na literatura científica em Biblioteconomia e Ciência da Informação (BCI). A reflexão teórica está estruturada pela discussão sobre competência em informação para uma ação social, promoveu uma cartografia das discussões sobre capitalismo, globalização e capitalismo racial enquanto instrumentos de injustiça às pessoas negras e outras não-brancas, e, por fim, trouxe quatro estratégias que compõem a teoria da justiça social para pessoas negras, a partir do olhar para competência em informação. Referência: SILVA, Franciéle Carneiro Garcês da; GARCEZ, Dirnéle Carneiro; FEVRIER, Priscila Rufino; ALVES, Ana Paula Meneses. Justiça social e população negra: um olhar teórico-crítico para Competência em Informação. Perspectivas em Ciência da Informação, v.27, n. 2, p. 129-162, abr/jun 2022.

Étnico

Branquitude

Barco em um lago

A branquitude acadêmica, a invisibilização da produção científica negra, a autoproteção branca, o pesquisador branco e o objetivo-fim

Cardoso, Lourenço Conceição

Neste artigo tratarei da invisibilização da produção científica negra promovida pelos brancos acadêmicos. Darei ênfase ao pioneirismo do Guerreiro Ramos para se pensar a identidade racial branca no mundo, abordarei a importância de Maria Aparecida da Silva Bento a respeito do tema branquitude no Brasil. Além disso, descreverei o papel do movimento negro como escola informal e a prática do branco se proteger quando entra em disputa com o negro. Por fim, questionarei o papel do branco pesquisador que procura buscar sua paz quando a realidade social o incomoda. Isto é, o fato do branco, investigador da branquitude, se encontrar no lugar de opressor e de explorador racial pode levá-lo a apresentar rapidamente uma solução para problema. Ou talvez seja uma saída ligeira para o seu próprio desconforto. A minha análise também levará em conta uma autorreflexão, a minha educação “informal”, ou seja, o conhecimento que adquiri com os meus encontros com alguns personagens do movimento negro. Referência: CARDOSO, Lourenço. A branquitude acadêmica, a invisibilização da produção científica negra, a autoproteção branca, o pesquisador branco e o objetivo-fim. Educação, Santa Maria, v. 47, n. 1, p. 1–24, 2022

Étnico

Decolonialidades

Barco em um lago

A práxis da cosmovisão africana no ensino de matemática

Forde, Gustavo Henrique Araújo

O artigo visa problematizar os processos de subjetivação e modelos cognitivos próprios da cultura colonial-ocidental e imbricado nas práxis do ensino de matemática. Dialogando com alguns aportes da forma cultural ocidental e da forma cultural africana, objetiva estabelecer uma crítica epistemológica ao ensino de matemática a partir de pressupostos que emergem da cosmovisão africana. Contextualizando a forma de matematizar africana originada no antigo Egito e a notória negação da africanização da civilização egípicia na história da matemática, o artigo resulta de dados produzidos em pesquisa histórica e examina os enunciados presentes em falas de professores de matemática acerca das práticas curriculares no ensino de matemática, indicando possibilidades de africanizar esse ensino de maneira a (re)integrar a matemática ao contexto cultural, incentivando o desenvolvimento de outras práxis que se (re)aproximam afetos, desejos e paixões cotidianas que a razão grega nos distanciou. O trabalho conclui apontando para a necessidade de o ensino de matemática valorizar a abordagem empírica (re)aproximando-o da racionalidade matemática que antecedeu a ascensão da razão grega, num movimento epistemológico de africanização, de descolonização cultural e ruptura eurocêntrica. Referência: FORDE, Gustavo Henrique Araújo. A práxis da cosmovisão africana no ensino de matemática. Educação &Tecnologia, Belo Horizonte, v. 20, n. 1, p. 23-35, jan./abr. 2015.

Étnico

Branquitude

Barco em um lago

Branquitude e suas Expressões na Carreira de Magistério Superior.

Nunes, Adelina Malvina Barbosa ;
Diniz, Margareth

Este artigo tem como objetivo ampliar discussão dos resultados de pesquisa de mestrado em Educação acerca dos reflexos da branquitude no ensino superior brasileiro, a partir de dois aspectos centrais: “a expressão da branquitude na carreira de magistério superior” e o “privilégio branco”. Por meio de um referencial teórico que discute o racismos institucional na educação à luz dos estudos críticos da branquitude brasileira e estadunidense, buscamos identificar no processo da integração racial da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) de 1969 (ano de fundação da instituição) até 2019, localizando, na sub-representação de não brancos, a expressão da branquitude na instituição, assim como no processo de implantação da Lei nº12.711/14, que institui a Reserva de Vagas para Negros/as (RVN) no funcionalismo público federal. A discussão abre caminho para análise de aspectos da racialização da subjetividade e do “privilégio de raça”, que foram analisados a partir de trechos de entrevista realizada com uma docente efetiva há 20 anos instituição. Os resultados encontrados reiteram a complexidade do tema e podem se tornar ainda mais densos quando incluídos em espaços de decisão. Isso demonstra que a compreensão objetiva das desigualdades raciais na universidade precisa de instrumentos objetivos de compreensão do seu efeito, mas estes devem caminhar juntos, com diálogo amplo e transparente, junto aos docentes, favorecendo a “autoconsciência racial” e, logo, potencializando transformações institucionais. Referência: NUNES, A. M. B.; DINIZ , M. Branquitude e suas Expressões na Carreira de Magistério Superior. Abatirá - Revista de Ciências Humanas e Linguagens, v. 2, n. 4, p. 567 - 589, 15 dez. 2021.

Étnico

mídia, tecnologias

Barco em um lago

Alfabetização midiática e informacional: diretrizes para a formulação de políticas e estratégias

Alton Grizzle;
UNESCO

A alfabetização midiática e informacional (AMI) apresenta as competências, as habilidades e as atitudes fundamentais relacionadas à compreensão das funções das mídias e de outros provedores de informação. A AMI é necessária para que as pessoas não tenham um posicionamento passivo diante do cenário sobrecarregado de informações falsas e desinformação. Busca despertar, por meio de ações educativas, o desenvolvimento do uso crítico e responsável da informação em um ambiente coletivo e plural, de maneira que as pessoas possam viver crítica, democrática e pacificamente.

Competência Informação

Democracia

Barco em um lago

Desafios para a compreensão do fenômeno e para o combate aos efeitos nocivos da desinformação

Carlos Alberto Ávila Araújo

O autor trata dos efeitos nocivos da desinformação que manifesta-se por meio de 2 grupos: as fake news e os testemunhais falsos.

Competência Informação

padrões, modelos, programas, práticas, critérios, abordagens

Barco em um lago

Programa de Formação de Competência em Informação para bibliotecários do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Federal de São Carlos, Brasil

Cristina Marchetti Maia;
Camila Araújo dos Santos

O artigo apresenta a estruturação e a aplicação do Programa de Formação de Competência em Informação para bibliotecários do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da Universidade Federal de São Carlos, Brasil. O objetivo do estudo foi analisar como as etapas transversais de planejamento e de mapeamento da competência em informação (CoInfo) nos níveis institucional e de ensino foram determinantes para o delineamento das estratégias formativas. O programa é constituído por uma frente de atuação voltada para o aperfeiçoamento profissional da equipe do SIBi e a outra frente direcionada para o empreendimento de eventos, de atividades e de criação de materiais voltados para o atendimento de demandas da comunidade acadêmica. Apesquisa é de abordagem qualitativa de cunho descritivo-exploratória. Fez-se uso da observação participante e do questionário paracompreender, holística e integradamente, o objeto em foco. Relatou-se em um primeiro momento, o alinhamento das atividades doPalabra Clave, (La Plata), octubre 2022- marzo 2023, vol. 12, núm. 1, e166. ISSN 1853-9912Universidad Nacional de La PlataFacultad de Humanidades y Ciencias de la EducaciónDepartamento de BibliotecologíaDOSIER: Alfabetización en información: tendencias, conocimientos y experiencias innovadoras en bibliotecas y otros espacios educativos y culturales - parte 2Recepción: 21 Junio 2022| Aceptación: 31 Agosto 2022| Publicación: 03 Octubre 2022Esta obra está bajo licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0 InternacionalCita sugerida:Maia, C. M. y Santos, C. A.(2022). Programa de Formação de Competência em Informação para bibliotecários do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade Federal de São Carlos, Brasil. Palabra Clave (La Plata), 12(1), e166. https://doi.org/10.24215/18539912e166programa com o amework de Santos (2020) cujo resultado dessa intersetorialidade culminou no 1º Ciclo de Formação de CoInfodos bibliotecários da equipe. Em um segundo momento, descreveu-se todo o programa a partir dos princípios do Plano de Açãoda International Federation of Library Associations and Institutions (2007) em que se constatou que todas as atividades propostascorroboram com a ascensão de competências transversais, tendência preconizada no relatório International Federation of LibraryAssociations and Institutions (2021). Evidencia-se que apoio institucional é um diferencial, visto que os objetivos do programadevem estar em consonância com os da biblioteca a fim de que os bibliotecários sejam sensibilizados sobre sua participação econtribuição na melhoria do atendimento à comunidade. Espera-se que a experiência relatada possa servir como norteadora paraque bibliotecários alinhem, junto à instâncias gestoras e políticas de sua instituição, ações de formação e atualização de seus conhecimentos sobre a competência em informação.

Competência Informação

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