Leituras Recomendadas GT-CoInfo

Espaço destinado a divulgação de textos e outros materiais, em meio digital

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bibliotecas, bibliotecários, arquivistas

Competência informacional para uma formação bibliotecária antirracista

Erinaldo Dias Valério;
Arthur Ferreira Campos

Relata uma pesquisa em andamento que analisa as competências informacionais dos (as) estudantes de Biblioteconomia do Brasil no campo das relações raciais. Argumenta a importância de bibliotecários (as) estarem munidos de informações que contribuam para uma elaboração de serviços e produtos informacionais de combate ao racismo no ambiente profissional e na sociedade.Determina, em seu percurso metodológico, um estudo descritivo ao passo que discorre a característica de uso da informação dos (as) estudantes de Biblioteconomia; e explicativo na medida que sugere explicações sobre os fatores que os (as) levam a serem ou não competentes em informação antirracista. Delimita o desmembramento metodológico em três momentos: no primeiro, a pesquisa bibliográfica para fundamentar o referencial teórico; no segundo, a investigação documental que contempla analisar o Projeto Pedagógico do Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal da Paraíba, visando identificar as disciplinas que abordam, em suas ementas, a discussão sobre temática racial – população negra; no terceiro, o estudo de caso com a finalidade de decifrar os fenômenos investigados, aplicando questionários eletrônicos aos (as) estudantes da referida instituição. Finaliza, a partir dos resultados, que o citado Projeto Pedagógico do Curso não contempla disciplinas que discutam sobre a população negra, podendo interferir na formação antirracista. Comprova, por meio dos questionários, que os (as) discentes demonstram interesse na temática racial, sendo papel da gestão do curso prover disciplinas que abordem esses assuntos. Conclui ainda que alguns (mas) discentes conhecem as fontes de informação e são capazes até mesmo de sugerir materiais informacionais sobre a população negra para outros sujeitos.

Competência Informação

cidadania, empoderamento, aprendizado ao longo da vida, inclusão social e digital

As Dimensões da Competência em Informação: técnica, estética, ética e política

Elizete Vieira Vitorino (Org.);
Djuli Machado De Lucca (Org.)

Este livro pretende contribuir para a teorização do movimento da competência em informação, na medida em que propõe que ela se manifesta e se desenvolve por meio de quatro dimensões: técnica, estética, ética e política.

Competência Informação

padrões, modelos, programas, práticas, critérios, abordagens

Competência em informação e desinformação: critérios de avaliação do conteúdo das fontes de informação

Marianna Zattar

Apresentaas principais estratégias para avaliação dos conteúdos das fontes de informação. Utiliza as noções de competência em informação (American Library Association e Dudziak), fontes de informação (Cunha e Tomáel) e desinformação (Fallis e Volkoff) para o desenvolvimento do referencial teórico. Indica a metodologia exploratória a partir de uma revisão de literatura orientada para que o problema apresentado seja mais explícito no campo de estudos da informação. Apresenta como resultados a indicação de três critérios para avaliação de fontes de informação para que sejam evitados os compartilhamentos e usos de desinformações (e seus respectivos impactos negativos) na prática informacional. Por fim, evidencia que a necessidade de avaliação é essencial para a solidariedade na produção e para o uso crítico e ético da informação.

Competência Informação

mídia, tecnologias

Marco de Avaliação Global da Alfabetização Midiática e Informacional: disposição e competências do país

UNESCO

O Marco de Avaliação Global da Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) da UNESCO oferece aos gestores de políticas uma estrutura estratégica, com o apoio de informações baseadas em evidências, para que realizem ações concretas que garantam a todos os cidadãos a aquisição de competências midiáticas e informacionais. O Marco de Avaliação da AMI fornece aos Estados-membros da UNESCO ferramentas para avaliar sua capacidade de proporcionar aos cidadãos as competências necessárias em AMI. Portanto, a UNESCO defende que a AMI seja uma das pré-condições do desenvolvimento sustentável, e que o uso consciente das ferramentas de informação, mídia e TIC, incluindo a internet, ajudará a garantir que todos se beneficiem da Declaração Universal dos Direitos Humanos, particularmente da liberdade de expressão e do acesso à informação.

Competência Informação

mídia, tecnologias

O paradigma social da Ciência da Informação: o fenômeno da pós-verdade e as fake news nas mídias sociais

Mirela Souza Tobias;
Elisa Cristina Delfini Corrêa

Os avanços tecnológicos trouxeram mudanças significativas no contexto da ciência da informação, entre as novas ferramentas, destaca-se as mídias sociais. Elas têm sido muito utilizadas por facilitar o processo de comunicação e disseminar rapidamente informações. A partir dessas mídias, frequentemente são espalhadas notícias falsas (fake news), assim também se verifica com frequência a ocorrência de uma forte adesão a esse tipo de inverdades, o que chamamos de fato alternativo. O artigo discute a relação entre o paradigma social da ciência da informação ao contexto atual das mídias sociais, em especial, no que tange aos fenômenos de fake news e pós-verdade.

Competência Informação

mídia, tecnologias

A competência crítica em informação no contexto das fake news: os desafios do sujeito informacional no ciberespaço

Maria Lívia Pacheco de Oliveira;
Edivanio Duarte de Souza

Os sujeitos considerados competentes em informação estão sendo desafiados pelo cenário informacional permeado por tecnologias. Os letramentos informacionais, desde os currículos escolares básicos até as atuais demandas da informação em rede, visam preparar os sujeitos para lidarem apropriadamente com a informação. Espera-se que a parcela da sociedade que esteja aquém dessas competências seja a mais afetada com os desafios da sociedade em rede, todavia, para além desse problema, questiona-se quais são as falhas que levam os sujeitos, ditos competentes em informação, a serem ludibriados por notícias falsas publicadas no ciberespaço. Diante de tal fenômeno, debate-se sobre as características proeminentes das fake news tendo como aporte teórico a Ciência da Informação em suas discussões sobre competências informacionais, especialmente a respeito da competência crítica em informação. Repensar as lacunas presentes nas práticas informacionais que levam ao erro, requer que os sujeitos sejam considerados em seus contextos específicos, o que dispensa a ideia de uniformização de padrões de competências. Esta comunicação foi realizada a partir de uma revisão integrativa da literatura, sendo parte de uma pesquisa de doutorado em andamento. Apresenta, como resultado parcial, uma síntese teórica da competência crítica em informação frente às demandas enfrentadas pelos sujeitos informacionais no contexto da criação e propagação das fake news.

Competência Informação

mídia, tecnologias

IFLA Media and Information Literacy recommendations

International Federation of Library Associations and Institutions - IFLA

Para sobreviver e evoluir, para tomar decisões e resolver problemas, em cada faceta da vida pessoal, social, educacional, e rofissional, os indivíduos, as comunidades, e as nações precisam de informação, acerca de si próprios e do seu ambiente físico e social. Esta informação está disponível por via de três processos: observação e experimentação, conversação (com outras pessoas), e consulta (a instituições de preservação do património). A competência para fazer isto de forma eficaz e eficiente é chamada Literacia Informacional e Mediática.

Competência Informação

mídia, tecnologias

Alfabetização midiática e informacional: diretrizes para a formulação de políticas e estratégias

UNESCO

Essas diretrizes oferecem uma abordagem harmonizada, que, por sua vez, permite a todos os atores a articulação de políticas e estratégias nacionais da AMI mais sustentáveis, que descrevem o processo e o conteúdo a serem considerados. Esta publicação, “Alfabetização midiática e informacional: diretrizes para a formulação de políticas”, se apresenta em duas partes. A Parte 1 expõe um resumo sobre as políticas da AMI e destina-se a formuladores de políticas ou tomadores de decisão, podendo ser considerada um resumo da publicação. A Parte 2 é formada por vários capítulos e apresenta os seguintes temas: 1) como fazer da AMI uma ferramenta de desenvolvimento; 2) marcos conceituais para políticas e estratégias da AMI; e 3) um modelo de política e estratégia da AMI que pode ser adaptado ao contexto de qualquer país do mundo.

Competência Informação

mídia, tecnologias

Literacias emergentes em contextos digitais

Rodrigo Eduardo Botelho-Francisco

Este trabalho apresenta percurso histórico e teórico em torno do conceito emergente de literacias, culminando com filiação à abordagem de Media and Information Literacy (MIL) como uma perspectiva de observação da Cultura Digital. A proposta foi construída a partir de revisão bibliográfica em torno dos conceitos de literacia informacional, literacia digital e MIL, tendo em vista subsidiar novas abordagens para pesquisas online e qualitativas com frequentadores de postos de inclusão digital. Com a discussão, espera-se construir um quadro conceitual no qual as literacias sejam compreendidas a partir de um processo de apropriação consciente do ciberespaço, numa postura de aprendizado dinâmico, colaborativo e constante.

Competência Informação